Está já finalizado o painel pintado pelo artista plástico Eduardo Bessa na frente da nossa Biblioteca. Uma intervenção que em muito enriquece o espaço escolar e a Biblioteca, em particular.
A intervenção faz parte do arranjo que tem vindo a ser realizado na frente da Biblioteca, abrindo-a, ainda mais, fisicamente, ao espaço escolar.
Parabéns ao Eduardo pelo fantástico trabalho e pela criatividade que todos vimos nascer e evoluir. Obrigado ao shair, por esta intervenção.
Como dizia, hoje, um aluno do 7º ano: "Ficou Altamente!"
Mais informação https://www.facebook.com/biblioteca.escsecamares
Este é o Blog da Biblioteca da Escola Secundária de Amares.Aqui iremos publicitar as nossas realizações e também os registos do nosso quotidiano: actividades, evocações, divulgação de novas aquisições para o fundo documental, disponibilização de recursos, sugestões de leitura, propostas de trabalho, ligações a sítios na web, entre outros. Assim, queremos criar novos laços com a comunidade educativa e novos canais de comunicação, aproveitando as potencialidades das tecnologias de informação.
quarta-feira, novembro 12, 2014
quarta-feira, outubro 29, 2014
ESTUDOS DA FUNDAÇÃO FRANCISCO MANUEL DOS SANTOS
A Fundação Francisco Manuel dos Santos tem vindo a estudar, divulgar e debater a realidade portuguesa, em variadas perspetivas. A mais conhecida é, provavelmente, a Pordata, a base de dados que é uma referência para quem quer conhecer melhor as estatísticas de Portugal e da Europa e que constitui uma excecional ferramenta de informação.
Mas a Fundação Francisco Manuel dos Santos tem, também, vindo a promover uma série de projetos e estudos divulgados em publicações de preços muito acessíveis. Algumas estão, de igual modo, disponíveis gratuitamente para descarregar no site da Fundação. Destaque especial para estas edições sobre estudos de temas educativos de grande atualidade.
Aceda aqui:
Aceda aqui:
- Ensino da leitura no 1º ciclo do Ensino Básico;
- Literatura e Ensino do Português;
- A Ciência na educação pré-escolar;
- Que ciência se aprende na escola?;
- Escolas para o Século XXI;
segunda-feira, outubro 27, 2014
DIA DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES
Assinala-se hoje o Dia das Bibliotecas Escolares. A International Association of School Librarianship (IASL) que instituiu o Mês das Bibliotecas Escolares, determinou que, no presente ano de 2014, o lema adotado seja: A tua biblioteca escolar: um mapa de ideias(tradução da RBE).
Este mês é assinalado desde 2008, podendo cada país convencionar um dia de outubro para comemorar o Dia das Bibliotecas Escolares. Em Portugal, a RBE decidiu escolher a última 2ª feira de outubro, que ocorre precisamente hoje.
É uma comemoração importante para recordar a importância e a centralidade das Bibliotecas na vida das escolas e das comunidades educativas, como acontece com as 8 bibliotecas do nosso Agrupamento.
No nosso caso é com particular prazer que comemoramos, este ano, o Dia das Bibliotecas Escolares, no momento em que soubemos que o nosso Agrupamento foi selecionado, pelo Plano Nacional de Leitura e pela Rede de Bibliotecas Escolares para integrar a Rede Nacional de escolas aLeR+, uma escolha que reconhece todo o trabalho que visa desenvolver uma cultura em que a leitura e o prazer de ler são elementos centrais e transversais às atividades curriculares e extracurriculares.
O projeto Amares + a Leitura, que candidatamos em setembro, afirma a leitura como vetor essencial do nosso quotidiano educativo. Para tal, definimos um conjunto de linhas de intervenção que passam pela dinamização das práticas de leitura, pelo reforço do papel transversal da leitura no currículo, de desenvolvimento das literacias, pelo protagonismo dos alunos nas actividades de leitura, por um aprofundamento da ligação à comunidade, pelo envolvimento das famílias.
Este reconhecimento constitui, de igual modo, uma responsabilidade, uma vez que este é um projeto de empenhamento e compromisso de toda a comunidade educativa com o livro e a leitura.
quarta-feira, outubro 01, 2014
segunda-feira, maio 19, 2014
CANTO D'AQUI NA ESCOLA
Na próxima sexta-feira, dia 23 de maio, vamos ter na nossa Escola
um momento que, por certo será marcante.
Continuando a assinalar os 40 anos do 25 de abril, teremos
entre nós o grupo Canto D’aqui para um espetáculo intitulado Canções de Abril,
com especial destaque para as canções de Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira.
O grupo Canto D´aqui tem desenvolvido um trabalho de relevo
na pesquisa e divulgação da música tradicional e popular portuguesa, com o objetivo
de manter viva a nossa cultura musical. No seu trabalho tem dado especial destaque
às canções e às palavras das vozes de intervenção e protesto que se ergueram
nos últimos anos da ditadura e nos anos que se seguiram à Revolução de abril.
Amares vai poder assistir a um concerto de um grupo excepcional
que tem realizado grandes espetáculos em
Portugal e no estrangeiro, com destaque para os realizados recentemente no
Theatro Circo, de Braga e na Casa da Música, no Porto.
O espetáculo realiza-se na Escola Secundária de Amares,
pelas 21:30 horas da próxima sexta-feira dia 23 de maio e a entrada é livre.
A não perder! Compareçam!
domingo, maio 11, 2014
UMA TARDE MEMORÁVEL, COM LÍDIA JORGE
Na passada sexta-feira vivemos na nossa Escola uma tarde memorável. A escritora Lídia Jorge esteve na nossa Biblioteca a apresentar o seu último romance, Os Memoráveis. Numa longa conversa, que acabou por ultrapassar o tempo previsto, a autora começou por explicar como lhe surgiu a inspiração para esta obra e comparou a abordagem que aqui faz acerca do 25 de abril, com aquela que havia realizado em O dia dos prodígios, publicado há 24 anos.
Na construção da narrativa, Lídia Jorge contou como procurou encontrar as personagens dos heróis, mas salientou que o seu livro é não é uma apologia da revolução de abril ou sobre os acontecimentos, mas sim sobre a passagem do tempo e sobre a memória que foi sendo construída e sobre a apropriação que a memória coletiva fez.. É um olhar sobre o passado que muitos recordam mas também o olhar daqueles que depois vieram e que não sentem aquele momento da mesma forma.
Lídia Jorge salientou também a coincidência de estarem a surgir muitas obras, com diferentes visões (ficção, crónica, fotografia, história) que, sem saberem umas das outras, sentiram necessidade de agora verem a luz, a que não será estranho os tempos complicados que Portugal tem vivido.
Finalizou com um apelo a todos, particularmente aos mais jovens, para que procurem na Arte, nas Letras, na Educação, o factor distintivo das suas vidas.
A sessão terminou com a oferta de diversas lembranças da Escola, que a autora, com gosto notório, agradeceu, não se furtando a uma longa sessão de autógrafos.
Uma tarde absolutamente memorável que Lídia Jorge marcou pela sua simplicidade, simpatia e palavras esclarecidas.
Para além da honra que foi recebê-la, constituiu um momento único e um enorme prazer poder ouvi-la.
Obrigado Lídia Jorge!
quarta-feira, maio 07, 2014
LÍDIA JORGE NA BIBLIOTECA
Na próxima sexta-feira, dia 9, pelas 15 horas vamos ter a escritora Lídia Jorge na nossa Biblioteca para apresentar o seu último romance, Os Memoráveis.
Romancista e contista portuguesa, Lídia Jorge nasceu no Algarve mas viveu em África os anos mais conturbados da Guerra Colonial. Foi membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social. É professora do ensino secundário e publica regularmente artigos na imprensa. O tema da mulher e da sua solidão é uma preocupação central da obra de Lídia Jorge, como, por exemplo, em Notícia da Cidade Silvestre (1984) e A Costa dos Murmúrios (1988). O Dia dos Prodigíos (1979), outro romance de relevo, encerra uma grande capacidade inventiva, retratando o marasmo e a desadaptação de uma pequena aldeia algarvia. O Vento Assobiando nas Gruas (2002) é mais um romance da autora e aborda a relação entre uma mulher branca com um homem africano e o seu comportamento perante uma sociedade de contrastes. Este seu livro venceu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores em 2003.
Neste seu último romance, que vai apresentar na nossa Biblioteca, Lídia Jorge narra a história de Ana Maria Machado, uma repórter portuguesa em Washington, que, em 2004, é convidada a fazer um documentário sobre a Revolução de 1974, considerada pelo embaixador americano à época em Lisboa como um raro momento da História. Aceitado o trabalho, regressa, contrata dois antigos colegas, e os três jovens visitam e entrevistam vários intervenientes e testemunhas do golpe de Estado, revisitando os mitos da Revolução. Um percurso que permite surpreender o efeito da passagem do tempo não só sobre esses "heróis", como também sobre a sociedade portuguesa, na sua grandeza e nas suas misérias.Transfiguradas, como se fossem figuras sobreviventes de um tempo já inalcançável, as personagens deOs Memoráveis tentam recriar o que foi a ilusão revolucionária, a desilusão de muitos dos participantes e o árduo caminho para uma Democracia. Paralela a esta acção decorre uma outra, pessoal e íntima: a história do pai da protagonista, António Machado, que retrata em privado o destino que se abate sobre todos os outros. Todos vivem na Democracia, uma espécie de lugar de exílio. Mas um dia, todas as misérias serão esquecidas, quando se relatar o tempo dos memoráveis.
segunda-feira, maio 05, 2014
MAIO maduro ABRIL - a Liberdade vai passar por aqui!
Estamos a comemorar os 40 anos do 25 de Abril. Durante o mês de maio vão ocorrer várias atividades, numa iniciativa designada Maio maduro Abril. Na terça-feira, 7 de maio, o Professor Cândido Oliveira Martins, da Universidade Católica Portuguesa profere uma conferência intitulada "Para uma leitura d ”Aventuras de João Sem Medo“ de José Gomes Ferreira". Na sexta-feira, 9 de maio, a Biblioteca recebe a escritora Lídia Jorge, um nome da primeira linha das letras portuguesas, que apresenta o seu último romance "Os Memoráveis", centrado no 25 de Abril e nos seus heróis. No dia 23 de maio, sexta-feira, o grupo musical Canto d'Aqui, uma referência na evocação das canções de Zeca Afonso, apresenta-se num espetáculo com as Canções de Abril. Por fim, no dia 26 (data a confirmar), Alfredo Cunha, o fotógrafo da Revolução apresenta o seu último livro "Os rapazes dos tanques", em co-autoria com Adelino Gomes.
Estão TODOS convidados!
A Liberdade vai passar por aqui!
sexta-feira, abril 25, 2014
25 ABRIL - 40 ANOS
25 de abril
Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo
Sophia de Mello Breyner Andresen
Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo
Sophia de Mello Breyner Andresen
Nos 40 anos do 25 de Abril está patente na ESA uma exposição evocativa com documentos históricos e a divulgação dos recursos sobre o tema, existentes na Biblioteca da Escola. A exposição foi embelezada com os cravos criados no Atelier de Artes.
Ao longo dos próximos dias irão surgir outras iniciativas evocativas desta data, que divulgaremos oportunamente.
quarta-feira, abril 23, 2014
DIA MUNDIAL DO LIVRO E DOS DIREITOS DE AUTOR
Assinala-se hoje, 23 de abril, o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. Como diz na sua mensagem a Diretora Geral da UNESCO, este é o dia para celebrar os livros como a personificação da criatividade humana e do desejo de partilhar ideias e conhecimento, para inspirar a compreensão, a tolerância e a construção de um mundo melhor.
Para festejar a data e promover o prazer da leitura, a UNESCO irá reunir, num mapa interativo disponível no seu portal online, eventos que se irão realizar no mundo inteiro, relativos a esta efeméride. Em Portugal, bibliotecas públicas e escolares aliam-se a esta efeméride, festejando o livro e a leitura ao longo do mês de abril.
quarta-feira, abril 02, 2014
DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL 2014
No dia 2 de abril comemora-se em todo o mundo o nascimento de Hans Christian Andersen. A partir de 1967, o dia 2 passou a ser designado por Dia Internacional do Livro Infantil, chamando-se a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância.
CARTA ÀS CRIANÇAS DE TODO O MUNDO
Os leitores perguntam muitas vezes aos escritores como é que escrevem as suas histórias – de onde vêm as ideias? Da minha imaginação, responde o escritor. Ah, sim, dizem os leitores. Mas onde fica a imaginação, de que é que ela é feita, e será que todos temos uma?
Bem, diz o escritor, fica na minha cabeça, claro, e é feita de imagens e palavras e memórias e vestígios de outras histórias e palavras e fragmentos de coisas e melodias e pensamentos e rostos e monstros e formas e palavras e movimentos e palavras e ondas e arabescos e paisagens e palavras e perfumes e sentimentos e cores e ritmos e pequenos cliques e flashes e sabores e explosões de energia e enigmas e brisas e palavras. E fica tudo a girar lá dentro e a cantar e a parecer um caleidoscópio e a flutuar e a pousar e a pensar e a arranhar a cabeça.
Claro que todos temos uma imaginação: se assim não fosse, não seríamos capazes de sonhar. Contudo, nem todas as imaginações são feitas das mesmas coisas. A imaginação dos cozinheiros tem sobretudo paladares, e a dos artistas mais cores e formas. Mas a imaginação dos escritores está cheia de palavras.
E nos leitores e ouvintes das histórias, as imaginações fazem-se com palavras também. A imaginação do escritor trabalha e gira e molda ideias e sons e vozes e personagens e acontecimentos numa história, e a história é apenas feita de palavras, batalhões de rabiscos que marcham ao longo das páginas. E depois chega o leitor e os rabiscos ganham vida. Ficam na página, parecem ainda rabiscos, mas também brincam na imaginação do leitor, e o leitor começa igualmente a desenhar e a rodar as palavras de modo a que a história se crie agora na sua cabeça, tal como tinha acontecido na cabeça do escritor.
É por isso que o leitor é tão importante para a história como o escritor. Há apenas um escritor para cada história, mas há centenas ou milhares ou mesmo milhões de leitores, na própria língua do escritor ou traduzida para muitas línguas. Sem o escritor, a história nunca teria nascido; mas sem os milhares de leitores em todo o mundo, a história não viveria todas as vidas que pode viver.
Cada leitor de uma história tem alguma coisa em comum com os outros leitores da mesma história. Separadamente, mas também em conjunto, eles recriam a história do escritor com a sua própria imaginação: um ato ao mesmo tempo privado e público, individual e coletivo, íntimo e internacional. Isto deve ser o aquilo que o ser humano faz melhor.
Continua a ler!
Siobhán Parkinson
Autora, editora, tradutora e distinguida com o Laureate na nÓg (Children’s Laureate of Ireland).
Tradução: Maria Carlos Loureiro
Para assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil 2014, a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) convidou a ilustradora Ana Biscaia, vencedora do Prémio Nacional de Ilustração do ano passado, para ser a autora da imagem do cartaz.
segunda-feira, março 24, 2014
VERGÍLIO ALBERTO VIEIRA E MATILDE ROSA ARAÚJO
Nas visitas que Vergílio Alberto Vieira fez pelos centros escolares do Agrupamento, durante a Semana da Leitura, muitas foram as questões colocadas e muitas as histórias contadas.
No Centro Escolar de Rendufe um menino levanta o dedo e coloca uma pergunta:
- Quem é o seu escritor favorito, de histórias para crianças?
Vergílio parece surpreendido pela questão mas responde que, sendo difícil escolher alguém, tem de destacar a escritora Matilde Rosa Araújo, não apenas pela sua obra mas também pelas suas extraordinárias qualidades humanas e amor às crianças. Recordou que há alguns anos, no Porto, a encontrou no dia do lançamento de uma das edições de A cor das Vogais. E relembrou, emocionado, um pequeno e simples gesto de ternura que Matilde Rosa Araújo teve com ele - estendeu a mão e tocou-lhe suavemente.
Aqui fica a imagem com esse gesto que Vergílio Alberto Vieira diz que nunca esquecerá.
domingo, março 23, 2014
SEMANA DA LEITURA 2014 - 2ª PARTE
| António Fonseca interpreta Os Lusíadas |
| António Fonseca interpreta Os Lusíadas |
| António Fonseca interpreta Os Lusíadas |
| António Fonseca interpreta Os Lusíadas |
| Alunos da Oficina de Leitura e Interpretação lêem poesia no Conselho Pedagógico |
| Pedro Chagas Freitas orienta Oficina de Escrita Criativa |
| Pedro Chagas Freitas orienta Oficina de Escrita Criativa |
| Pedro Chagas Freitas orienta Oficina de Escrita Criativa |
| Vergílio Alberto Vieira no Centro Escolar de Rendufe |
| Vergílio Alberto Vieira no Centro Escolar D. Gualdim Pais |
| O Sindicato da Poesia encerra a Semana da Leitura na Biblioteca Municipal |
| O Sindicato da Poesia encerra a Semana da Leitura na Biblioteca Municipal |
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